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Crime ambiental no Litoral do Paraná

Servidores do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) flagraram neste semana, durante monitoramento de rotina, desmatamento ilegal de árvores ameaçadas de extinção no Parque Estadual do Palmito, em Paranaguá, no Litoral. Os infratores fugiram do local e o instituto atua na investigação para identificação e punição dos responsáveis pelo crime.

As árvores cortadas foram apreendidas, recolhidas e deverão ser destinadas para doação ou aproveitamento dentro da própria Unidade de Conservação. Ao todo, são 48 tábuas encontradas no local, sendo algumas de espécies em extinção como Guanandi e Massaranduba.

O local onde ocorria o desmatamento é conhecido como Jacarandá, próximo ao Porto Seguro, e foi integrado recentemente ao Parque Estadual. “Mesmo que as pessoas ainda não estejam acostumadas com a área nova do parque, o desmatamento ilegal e invasão já são crimes ambientais previstos em lei. Como foi na área de ampliação do parque há um agravante por ser em uma Unidade de Conservação”, explica Aneuri Moreira de Lima, gerente do Parque Estadual do Palmito.

Multa

Quem pratica o desmatamento ilegal e em área protegidas, como no caso da Unidade de Conservação, pode ser multado em até R$ 50 mil por hectare, ou fração, e ainda responder a processo por crime ambiental. No caso de corte de espécies em extinção, o valor do auto é de R$ 500,00 por árvore derrubada, além daquela referente à área que sofreu desmatamento ilegal.

(CD)

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