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Flamengo perde a final da Sul-Americana

 O empate em 1 a 1 no Maracanã sacramentou a perda de mais uma taça para o Flamengo e decretou 2017 como um ano de decepções para os rubro-negros. Os gritos de “time sem vergonha”, de parte da arquibancada, resumem a frustração da torcida.

As vaias, na verdade, são mais direcionadas ao ano como um todo do que à atuação de ontem. Não se pode dizer que não houve entrega. Seja com César, que sofreu um leve desmaio mas decidiu permanecer em campo; seja com Réver, que levou oito pontos na cabeça e, em determinado momento da partida, jogou a touca de proteção fora para poder cabecear melhor. Os rubro-negros entraram em campo com vontade de ser campeões.

O problema não estava na falta. Mas sim no excesso. De afobação e de ansiedade. Os jogadores abusaram das escolhas erradas e, muitas vezes, escolheram a jogada individual quando deveriam ter priorizado o coletivo. O Flamengo teve, pelo menos, três grandes chances desperdiçadas. Na melhor delas, Everton ficou cara a cara com Campaña e chutou nas mãos do goleiro.

Depois do jogo torcedores fizeram muitos tumultos que duraram até o início da madrugada desta quinta-feira (14).

Antes da final da Sul-Americana, torcedores e policiais já haviam se confrontado.

Cleomar Diesel

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