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Safra da tainha terá cotas de captura pela primeira vez em Santa Catarina

 

A safra da tainha, que começa entre maio e junho, terá pela primeira vez cotas de captura para limitar a pesca. A medida, que vinha sendo discutida há dois anos, será implantada na frota industrial e na frota artesanal de emalhe anilhado, que usa barcos de menor porte. A alternativa permitirá o aumento no número de barcos autorizados a trabalhar durante a safra _ um alento para o setor produtivo, que tinha licenças reduzidas a cada ano.

Na última safra, apenas 17 embarcações industriais receberam licença do governo para a pesca da tainha. Com a instituição das cotas, a quantidade de traineiras (barcos industriais especializados) sobe para 50. Na pesca anilhada, serão 130 embarcações.

O limite de capturas deve ficar em 3,8 mil toneladas para as duas frotas. Outras modalidades de pesca, como o arrasto de praia, não estarão sujeitas à cota.

A pesca da tainha é uma das mais tradicionais e importantes de Santa Catarina. Além do consumo in natura, o peixe é um dos nossos principais ativos de exportação no setor pesqueiro. As ovas de tainha são consumidas especialmente na Europa, vendida como “caviar brasileiro”. Esse mercado movimenta, anualmente, de US$ 3,5 milhões a US$ 10 milhões.

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