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Dia Internacional da Mulher: famosas celebram e protestam muito nas redes sociais

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O dia 8 de março é um marco histórico feminino e, por isso, celebrado em todo o mundo como o Dia Internacional da Mulher.

Atrizes, cantoras e apresentadoras brasileiras usaram as redes sociais para falar sobre a data e, também, para protestar. Maisa, Cleo Pires, Luiza Possi e Lexa são algumas das famosas que fizeram posts nesta sexta (8). Confira abaixo alguns deles.

Lexa

A cantora usou o Instagram para fazer sua homenagem e dizer que espera que a conquista feminina seja cada vez maior, assim como “nossa luta, empatia e amor conquistem cada vez mais o mundo”.

Maisa Silva

Maisa usou o Twitter para parabenizar todas as mulheres inspiradoras de sua vida.

Cleo Pires

A atriz mandou um “textão” para pedir mais reflexão das próprias mulheres no tratamento umas com as outras.

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Hj é textão e pode ser q eu erre. Mas eu quero agradecer às mulheres da minha vida. Minhas avós, minhas irmãs, minhas tias, minha mãe, mulheres que me cuidaram como se eu fosse filha delas e me ensinaram tanto. Vcs são todas minhas amigas de antes e de agora, de todas as cores, classes e etnias. A cada dia aprendo mais com vcs, obrigada pela paciência. Se não fossem vcs eu não estaria aqui, não teria conquistado o que conquistei, e que se a Deusa quiser vou conquistar mais! Quero ir junto de vcs sempre, vamos chegar juntxs. Equidade, representatividade. Vamos entender como estarmos juntas sem desvalidar a individualidade de cada uma. Vamos nos ouvir, querer nos entender. Vamos agregar valor uma à outra com nossas vivências e observações respeitando o lugar de fala da outra, vamos nos amar e implicar menos uma com a outra sem nem saber o motivo. Vamos conversar com a gente mesma quando bater a inveja e o sentimento de rivalidade que o patriarcado injetou na nossa cultura. Vamos nos manter existindo e buscando a felicidade que são as maiores formas de resistência. Não é fácil, até pq muitas de nós não têm apoio da família, estrutura financeira, e tantos privilégios que auxiliam muito na hora que a dor aperta. E não são poucas dores, principalmente das nossas manas negras, de classes mais baixas e trans aqui no Brasil. Pelo mundo à fora são tantos outros desafios tb. Temos o que comemorar e temos o que lamentar. No stories falo mais disso. Mas vamos juntxs. Particularmente, mto individualmente, ainda tento achar um equilíbrio entre meu desejo genuíno de me expôr, me sexualizar, também curtir o meu lado “material” e fútil como parte natural de existir, como um ser humano que tem desejos talvez peculiares porém inatos como qq outro, mas sem que eu seja um instrumento do patriarcado pra oprimir outras mulheres e nem q por eu gostar de ser assim eu seja oprimida e definida por isso. Pq hj em dia sei que a beleza e a sexualidade feminina são armas do patriarcado pra TENTAREM nos diminuir, nos chamar nas entrelinhas de burra ou de alguém que não se possa levar à sério.(CONTINUA NOS COMENTS)

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