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Governo de São Paulo confirma que atiradores de Suzano tinham pacto de morte

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O governo de São Paulo confirmou na noite desta quarta-feira que um dos atiradores da escola estadual Professor Raul Brasil , em Suzano (SP), matou o parceiro no massacre e, em seguida, se suicidou. A cena teria sido presenciada por policiais da Força Tática que chegaram no colégio ainda quando os dois rapazes cometiam os crimes. A polícia nega que tenha havido um duplo homicídio por parte dos policiais.

Segundo o governo, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, atirou em Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, e se matou em seguida. Os corpos deles foram encontrados no corredor do centro de línguas que funciona dentro da escola.

A investigação aponta que Guilherme matou Luiz Henrique e depois se suicidou. Segundo a polícia, os dois tinham um pacto de que fariam o ataque e depois se matariam. Antes do crime, eles pesquisaram na internet informações sobre massacres em escolas dos Estados Unidos.

Segundo a polícia, o mais novo dos atiradores teria deixado a escola no ano passado.

O início da ação dos atiradores foi registrada por uma câmera de segurança do colégio instalada na entrada da secretaria. Ela mostra que a dupla chegou ao local do crime às 9h42 desta quarta-feira e que o massacre começou ali mesmo.

Um dos rapazes tinha uma arma. O outro estava com uma machado e uma balestra. A ação dos criminosos na entrada da secretaria durou umminuto e 20 segundos e deixou três corpos estendidos no chão.

Ao todo, cinco alunos e duas funcionárias foram mortas na escola. As aulas foram suspensas até sexta-feira.

Fonte: Extra