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Grandes mudanças de uma nação exigem um líder

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Um detalhe comum  em todas as pesquisas realizadas neste ano para presidente da república chamam a atenção. Mais da metade dos entrevistados afirmam que “não votariam de jeito nenhum” em sete candidatos mais cotados para ganhar a eleição: Na última pesquisa realizada nos últimos dias de julho, Jair Bolsonaro (54,3%) de rejeição, Marina Silva (55,2%), Ciro Gomes (58,9%), o candidato do PSDB Geraldo Alckmin (63,3%), Fernando Haddad (67%) e Henrique Meirelles (62,3%), mesmo o Lula com todo seu marketing, pousando de herói preso tem (54,1%), de rejeição.

Numa análise lógica, entre estes com altíssima rejeição, estaria o futuro presidente do Brasil.

Algumas perguntas são inevitáveis. Em caso de eleito um candidato com este índice de rejeição, com extrema desconfiança da maioria da população, teria apoio no congresso nacional?  Ou existem outros caminhos, onde um novo governo possa adquirir força para aprovar as mudanças?

O Brasil passa por um momento muito difícil, e o novo presidente vai encontrar uma nação com economia em frangalhos. Em ano eleitoral todos sabemos os governos fazem tudo para esconder a real situação, para não espantar o eleitor, mas quando a eleição passa os problemas afloram como água em saco furado.

Uma pena, que pelo andar da carruagem, tudo indica que mais uma vez o Brasil, vai perder a oportunidade de eleger um presidente com liderança, com respaldo popular e confiança do setor produtivo, para fazer as duras e profundas reformas para tirar o pais desta situação.

O momento seria de os dois lados (políticos e eleitores) terem juízo e deixar de lado este negócio de esquerda, direita, centro e principalmente a malandragem do se ‘eleger de qualquer jeito”, e pensar em projeto de Nação.

Até porque, do jeito que as coisas andam, daqui a pouco vamos todos para o buraco. Se já não estamos!!

Cleomar Diesel